No dia 30 de maio, nossos alunos da DHEL vão viver um momento muito especial: a participação na etapa regional do FIRST LEGO League Explore, um festival que reúne crianças de diferentes escolas de Minas Gerais para compartilhar projetos, ideias e descobertas construídas ao longo das aulas de robótica.

Depois da experiência encantadora que tivemos na etapa local, em dezembro, agora é hora de ampliar esse cenário. Nossos alunos irão apresentar seus trabalhos em um ambiente maior, conhecer outras equipes e perceber, na prática, que fazem parte de algo muito maior: uma comunidade global conectada pelo aprendizado, pela criatividade e pela tecnologia.
O FIRST LEGO League Explore é um programa internacional da FIRST®, organização presente em diversos países e reconhecida por desenvolver experiências educacionais que combinam ciência, tecnologia e desenvolvimento humano desde a infância. Quem quiser conhecer melhor esse movimento global pode acessar:
https://www.firstinspires.org/programs/fll/
Aprender robótica também é aprender a investigar o mundo
Neste ano, o tema da temporada é Unearthed, que convida as crianças a explorarem o universo da arqueologia.
Ao longo das aulas de robótica na DHEL, os alunos mergulharam nesse tema como verdadeiros exploradores: conversaram sobre como os arqueólogos trabalham, descobriram como artefatos são encontrados e estudados, imaginaram desafios reais enfrentados em um sítio arqueológico e começaram a pensar em soluções para esses problemas.

Mais do que montar peças, eles foram construindo ideias.
Foram semanas de investigação, testes, conversas em grupo, tentativas, ajustes e novas descobertas, exatamente como acontece em qualquer processo criativo real.
O que seu filho(a) vai apresentar no festival
No dia do evento, cada equipe vai compartilhar o resultado dessa jornada de uma forma muito concreta e encantadora.

As crianças irão apresentar uma maquete construída com LEGO, representando um sítio arqueológico. Nessa maquete, a equipe propõe uma solução para um desafio enfrentado pelos arqueólogos, e essa solução inclui um robô idealizado e construído pelos próprios alunos, utilizando kits de robótica LEGO (WeDo ou EV3, de acordo com a idade).
Além da maquete, cada equipe também apresenta um pôster, que conta a história do projeto:
como surgiu a ideia, o que aprenderam sobre o tema, quais desafios enfrentaram, como trabalharam em equipe e quais decisões tomaram ao longo do processo.
Ou seja: não é só sobre o que foi construído, mas sobre como foi construído.
Um festival que valoriza o processo — e não só o resultado
O FIRST LEGO League Explore tem um formato muito especial, principalmente para a faixa etária das crianças.
Ele é um festival semicompetitivo.
Isso significa que todas as equipes são reconhecidas e premiadas, cada uma naquilo que apresentou de melhor, seja criatividade, trabalho em equipe, pesquisa, inovação ou comunicação.
Ao mesmo tempo, os avaliadores observam quais equipes demonstraram maior aderência à proposta do programa, e algumas delas são convidadas a avançar para a etapa nacional.

Mas, para as crianças, o mais importante não é essa seleção.
O mais importante é viver a experiência de apresentar, explicar, ouvir perguntas, trocar ideias e perceber que aquilo que construíram faz sentido para outras pessoas.
Um caminho que pode começar cedo
Para muitas famílias, essa é a primeira experiência com robótica.
Para alguns alunos, pode ser também o início de uma trajetória longa.
Um exemplo muito próximo da nossa realidade é a Sofia Lana, hoje embaixadora do programa no Brasil e atleta da equipe Amigos Droids. Ela começou exatamente aqui: participando do FIRST LEGO League Explore, ainda criança, na temporada Mission Moon, em 2019.
Desde então, sua jornada evoluiu de forma impressionante: Sofia já conquistou diversas premiações internacionais e, hoje, se prepara para disputar o maior torneio de robótica do mundo, nos Estados Unidos, junto com sua equipe.

Se você quiser ver como tudo começou, vale assistir a este vídeo da equipe da Sofia, ainda naquela época:
https://youtu.be/3Bqfk2VGFf4?si=w5aNjXcd4gv4TViI
É uma lembrança simples — mas cheia de significado sobre o que essa experiência representa.
Um cenário à altura dessa experiência
O festival acontecerá no MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal, na Praça da Liberdade.
Um lugar que combina perfeitamente com o espírito do projeto: curiosidade, ciência, descoberta e conexão com o conhecimento.
Ali, entre maquetes, pôsteres e apresentações, nossos alunos vão mostrar muito mais do que construções.
Eles vão mostrar ideias, perguntas, soluções — e, principalmente, confiança.
Mais do que robótica
Quando uma criança participa de uma experiência como essa, ela não está apenas aprendendo tecnologia.
Ela está aprendendo a:
- trabalhar em equipe
- organizar ideias
- comunicar o que pensa
- lidar com desafios
- e perceber que é capaz de criar algo com sentido
E talvez o mais importante:
ela descobre que aprender pode ser algo profundamente envolvente e divertido.
No dia 30 de maio, nossos alunos da DHEL estarão ali, representando suas equipes, suas ideias e todo o caminho que percorreram nas aulas.
E nós estaremos juntos, celebrando cada descoberta. 💙🤖